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Campo Mourão debate produção audiovisual fora dos grandes centros

Cinema Autoral Fora da Capital: Desafios e Oportunidades rachadura visual


Evento online gratuito é dedicado a cineastas, estudantes e entusiastas da área em 3 de abril

Campo Mourão, PR – A produção audiovisual fora dos grandes centros é o tema da roda de conversa online que acontece no dia 3 de abril, das 20h às 22h, via Google Meet. O evento é gratuito e aberto a todos os interessados em cinema, especialmente cineastas, produtores, estudantes e entusiastas da cultura e das artes.

A roda de conversa será conduzida por Rudolfo Auffinger, graduado em Cinema e Vídeo e Publicidade e Propaganda. Atua como freelancer em produção audiovisual e montagem, dirigiu videoclipes, documentários e curtas-metragens, além de integrar a Pupilo Play, plataforma de streaming de filmes para escolas, e o Coletivo Rachadura Visual.

O objetivo do encontro é discutir os desafios e oportunidades da produção audiovisual fora dos grandes centros, além de compartilhar dicas e estratégias para realizar filmes autorais com baixo orçamento.

Desafios da produção audiovisual fora da capital

1. Falta de recursos financeiros:

  • Dificuldade em captar investimentos:
    • Ausência de fundos específicos para produção audiovisual fora dos grandes centros;
    • Pouca familiaridade dos investidores com o potencial do mercado audiovisual regional;
    • Concentração dos recursos nas grandes produtoras dos grandes centros.
  • Custos de produção:
    • Aluguel de equipamentos e locação de espaços podem ser mais caros em regiões menos estruturadas;
    • Dificuldade em encontrar mão de obra qualificada a preços acessíveis.

2. Falta de acesso a equipamentos e infraestrutura:

  • Equipamentos:
    • Escassez de empresas de locação de equipamentos especializados em regiões fora dos grandes centros;
    • Altos custos de compra e manutenção de equipamentos.
  • Infraestrutura:
    • Studios, salas de edição e outros espaços de produção podem ser inexistentes ou precários;
    • Falta de acesso à internet de alta velocidade limita as possibilidades de produção e distribuição.

3. Dificuldade em encontrar mão de obra qualificada:

  • Êxodo de profissionais:
    • Jovens talentos migram para os grandes centros em busca de melhores oportunidades;
    • Falta de cursos e oficinas de formação em audiovisual nas regiões menos favorecidas.
  • Desconhecimento do mercado:
    • Dificuldade em encontrar profissionais com experiência em produção audiovisual fora dos grandes centros.

4. Dificuldade em distribuir os filmes:

  • Concentração dos canais de distribuição:
    • Poucas salas de cinema fora dos grandes centros;
    • Dificuldade em acessar plataformas digitais de distribuição.
  • Falta de conhecimento sobre marketing e divulgação:
    • Dificuldade em alcançar o público-alvo e gerar interesse pelos filmes.

Oportunidades da produção audiovisual fora da capital

1. Descentralização das políticas públicas de cultura:

  • Aumento do investimento em produção audiovisual regional:
    • Criação de fundos específicos para produção audiovisual fora dos grandes centros;
    • Editais e concursos para estimular a produção local.
  • Apoio à formação de profissionais:
    • Cursos e oficinas de formação em audiovisual nas regiões menos favorecidas;
    • Programas de intercâmbio entre profissionais dos grandes centros e das regiões periféricas.

2. Crescimento das plataformas digitais de distribuição:

  • Novas oportunidades de distribuição:
    • Plataformas como YouTube, Vimeo e Netflix democratizam o acesso à produção audiovisual;
    • Possibilidade de alcançar um público global sem depender dos canais tradicionais.
  • Marketing digital:
    • Ferramentas online facilitam a divulgação de filmes para o público-alvo.

3. Valorização da diversidade cultural:

  • Demanda por conteúdo regional:
    • Público busca por filmes que reflitam sua realidade e identidade cultural;
    • Filmes de temática regional podem ter grande potencial de público e crítica.
  • Reconhecimento internacional:
    • Festivais de cinema internacionais cada vez mais valorizam a diversidade cultural;
    • Filmes de fora dos grandes centros podem ter grande potencial de premiação.

4. Conectividade e internet:

  • Ferramentas online facilitam a produção:
    • Softwares de edição de vídeo e plataformas de colaboração online permitem que equipes trabalhem à distância;
    • Possibilidade de realizar produções audiovisuais com baixo orçamento.

5. Empreendedorismo e inovação:

  • Novos modelos de negócio:
    • Surgimento de plataformas de crowdfunding e VOD (video on demand) que facilitam o financiamento e a distribuição de filmes;
    • Possibilidade de criar modelos de negócio inovadores para a produção audiovisual.

Inscrições

As inscrições para a roda de conversa podem ser feitas através do link https://rachaduravisual.com.br/cinema-autoral/. O link do Google Meet será enviado para os inscritos.

Serviço

O que: Roda de conversa online “Cinema autoral e de baixo orçamento fora dos grandes centros”

Quando: 3 de abril de 2024, das 20h às 22h

Onde: Google Meet (link enviado aos inscritos)

Ministrante: Rudolfo Auffinger

Inscrições: https://rachaduravisual.com.br/cinema-autoral/

Classificação: 16 anos

Realização: Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura, Governo Federal – união e reconstrução

Apoio: Pupilo, Rachadura Visual, Fundação Cultural Campo Mourão e Prefeitura Municipal de Campo Mourão.

Redes sociais:

Inscrições abertas para oficina prática de projeto cultural: transformando ideias em realidade

Capacitação gratuita em gestão cultural proporciona ferramentas para impulsionar projetos artísticos na Casa da Cultura Rogério Sganzerla.

O coletivo Rachadura Visual e a Casa da Cultura Rogério Sganzerla  apresentam uma oportunidade para artistas e entusiastas culturais participarem de uma Oficina Prática de Projeto Cultural. Composta por 6 encontros de 2 horas cada, a oficina, ministrada pelo produtor cultural Rudolfo Auffinger, proporcionará uma imersão na gestão de projetos culturais, abordando desde a apresentação inicial até técnicas avançadas de pitching.

A formação em gestão de projetos culturais desempenha um papel crucial na capacitação de profissionais para aproveitar as vastas oportunidades oferecidas pelo dinâmico mercado cultural brasileiro. Com a promulgação da Lei Paulo Gustavo e da Lei Aldir Blanc, o cenário cultural do país ganhou uma injeção significativa de recursos e apoio governamental, estimulando a produção artística e a realização de projetos inovadores. A compreensão profunda da gestão de projetos culturais torna-se fundamental para que indivíduos e organizações possam maximizar o impacto dessas leis, direcionando de maneira eficiente os investimentos e garantindo o florescimento de iniciativas que enriquecem a diversidade cultural do Brasil. 

Essa iniciativa, que surge como contrapartida da Lei Paulo Gustavo do Município de Joaçaba e do Edital  – LPG-D+ SC Fundação Catarinense de Cultura e destaca-se como uma oportunidade para aqueles que desejam desenvolver suas ideias nas áreas culturais, como audiovisual, teatro, artes visuais, música, entre outras. Para participar, não é necessária experiência prévia, basta ter uma ideia de projeto que para ser trabalhada durante a oficina.  A oficina acontecerá às quintas-feiras, das 19h às 21h, nos dias 14, 21 e 28 de março, e 4, 11 e 18 de abril. A carga horária total é de 24 horas, com emissão de certificados para os participantes que frequentarem pelo menos 70% das atividades.

As inscrições estão abertas de 6 de fevereiro a 6 de março, por meio do Google Forms disponível no site: https://rachaduravisual.com.br/oficina-pratica-de-projeto-cultural/ . O  resultado será divulgado em 8 de março de 2024, através do mesmo site. As vagas são limitadas a 15 participantes.. Participe da Oficina Prática de Projeto Cultural na e faça parte do setor que movimenta e impulsiona a diversidade cultural em Joaçaba.

Serviço:

Local: Casa da Cultura Rogério Sganzerla – Centro – Joaçaba

Datas: Quintas-feiras, 14, 21 e 28 de março; 4, 11 e 18 de abril de 2024

Horário: 19h às 21h

Inscrições: de 6 de fevereiro a 6 de março de 2024, pelo disponível no site: https://rachaduravisual.com.br/oficina-pratica-de-projeto-cultural/ /

Resultado: 8 de março de 2024, no site do projeto e nas redes sociais

Dúvidas pelo whatsapp da Pupilo TV – (21) 96707-8494 

Keythe Tavares Revela suas Heranças e Desafia Normas em Obras Marcantes pelo Selo Rachadura Visual

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Do Cerrado às Páginas: A Artista Multifacetada Traz Poesia e Literatura que Despertam Sensações e Questionamentos

Em um mergulho profundo nas intricadas camadas de suas experiências, a artista multifacetada Keythe Tavares revela um universo poético e literário que desafia normas e resgata memórias em suas obras publicadas pelo selo Rachadura Visual. Com dois trabalhos distintos, “Heranças” e “Até o Caroço,” Keythe demonstra uma habilidade única em explorar temas complexos, desde as raízes no cerrado até as nuances do prazer e do corpo.

“Heranças”: Uma Jornada Poética pelos Detalhes Cotidianos

Em seu livro de estreia, “Heranças,” Keythe Tavares desvenda uma escrita de si que é enraizada em diferentes forças, especialmente nos discursos da igreja e na figura materna. A poeta conduz o leitor por uma viagem poética, listando os pecados um a um, convidando à reflexão e à confissão. A voz lírica, permeada pelos detalhes dos espaços e conversas do cotidiano, revela um olhar atento para os momentos aparentemente triviais, como o rosto nas tomadas, os dentes amarelados, o pão que não cresce, e a toalha com o nome bordado errado.

Keythe Tavares mergulha nas raízes do cerrado, elaborando a memória com crítica e desapego, enquanto recolhe elementos do passado com gosto e vontade. Suas cenas, influenciadas pela mãe, pai e leis religiosas, contribuem para uma narrativa que retrata uma menina crescida, capaz de enxergar tanto a graça quanto a desgraça de sua jornada.

Bianca Gonçalves, crítica literária, destaca a importância da obra ao visualizar a poeta construindo sua história com uma mistura de graciosidade e confronto com a própria herança.

“Até o Caroço”: Uma Reivindicação Poderosa do Prazer e do Corpo Sapatão

Em “Até o Caroço,” Keythe Tavares mergulha em uma obra que é ao mesmo tempo uma reivindicação do corpo sapatão e uma conversa franca sobre afetividade, amor próprio e prazer sexual. A artista desafia as estruturas heterocisnormativas e o conservadorismo religioso ao explorar as possibilidades e multiplicidades do corpo, reivindicando a potência, vitalidade e desejo que emanam dele.

A publicação é uma declaração ousada que celebra o corpo suado, cremoso, úmido e vivo. Tavares destaca que é também uma conversa sobre afetividade e amor, especialmente o amor próprio, que impulsiona a exploração do prazer em toda a sua plenitude.

Keythe Tavares: Uma Trabalhadora da Imagem e das Palavras

Além de sua incursão na poesia e literatura, Keythe Tavares revela-se uma verdadeira trabalhadora da imagem. Com uma abordagem multifacetada, ela transita pelo audiovisual, fotografia digital, analógica e colagem manual. Além disso, sua paixão pela culinária se destaca, criando comidinhas que alimentam tanto o corpo quanto a alma. Essa artista talentosa também preenche seus cadernos com poemas encantadores, e quem sabe em breve veremos um livro consolidando sua expressão única.

Keythe Tavares não se limita às expectativas convencionais, desafiando fronteiras e construindo pontes entre formas de expressão. Suas obras, publicadas sob o selo Rachadura Visual, não apenas apresentam uma narrativa única, mas também provocam reflexões sobre identidade, memória e prazer. É uma jornada artística que não apenas revela heranças, mas também constrói novos caminhos de expressão e compreensão.

Do Peito da Pele Ilumina o 11º Salão Nacional Victor Meirelles com Sua Provocação Visual

Obra de Rachadura Visual é Destaque no Renomado Salão Nacional, Retomando o Brilho à Arte Contemporânea

Após um hiato de quase 14 anos, o Salão Nacional Victor Meirelles retoma seu espaço no cenário artístico, revelando um panorama vibrante da produção contemporânea brasileira. Entre os 25 trabalhos selecionados para integrar a exposição, destaca-se a provocativa obra “Do Peito da Pele” do Coletivo Rachadura Visual, que não apenas desafia as normas estabelecidas, mas também transcende fronteiras artísticas.

A exposição, inaugurada em 9 de maio de 2022, às 19h, no Museu de Arte de Santa Catarina (MASC), exibirá as criações dos 25 artistas selecionados, todos contemplados com o Prêmio de Aquisição no valor de R$ 20 mil cada. Essas obras agora farão parte do acervo permanente do MASC, enriquecendo o patrimônio cultural da região.

Entre os artistas participantes, Amanda Melo da Mota Silveira (SP) com “Cosmografia” e Sérgio Adriano Dias Luiz (SC) com “Não consigo respirar” e “Pavor Negro” foram as obras que mais se destacaram, recebendo o prêmio de aquisição pela mesma pontuação e um reconhecimento especial.

A exposição, que se estende até 3 de julho de 2022, proporciona ao público uma oportunidade única de mergulhar na diversidade e criatividade da produção artística contemporânea. A entrada é gratuita, permitindo que todos tenham acesso a essa rica expressão cultural.

A cerimônia de abertura contou com a presença de renomados artistas, críticos e apreciadores da arte, destacando a importância do retorno do Salão Nacional Victor Meirelles. Do Peito da Pele, ao lado de outras obras notáveis, ilumina o evento, trazendo à tona discussões sobre identidade, religião e a experiência LGBTQIA+ brasileira.

Além da participação no Salão, “Do Peito da Pele” foi honrado em festivais anteriores, como o Olhar Film Festival, onde recebeu Menção Honrosa de Melhor Montagem, e o Festival Internacional de Cine Austral – FICA, onde conquistou o título de Melhor Experimental na Competência Regional Latinoamericana.

O evento também presta homenagens a dois artistas notáveis, João Otávio Neves Filho, conhecido como Janga (1946 – 2018), e Carlos Roberto Carneiro Asp, ou Carlos Asp (1949). Suas contribuições significativas para o cenário artístico são reconhecidas com salas dedicadas às suas obras.

A curadoria da exposição é assinada por Juliana Crispe, cuja seleção meticulosa evidencia a diversidade de estilos, técnicas e narrativas presentes no Salão Nacional Victor Meirelles. O impacto cultural e estético dessas obras certamente ecoará nas discussões sobre o papel da arte na sociedade contemporânea.

“Do Peito da Pele” do Coletivo Rachadura Visual reafirma a importância do Salão Nacional Victor Meirelles como plataforma para a expressão artística brasileira. A obra não apenas desafia expectativas, mas também contribui para uma narrativa visual que transcende as fronteiras da arte tradicional. Esta exposição é um testemunho da vitalidade e diversidade da cena artística contemporânea no Brasil.

Seja você um amante da arte ou alguém em busca de novas perspectivas, a visita ao 11º Salão Nacional Victor Meirelles é uma experiência imperdível. A exposição estará aberta até 3 de julho de 2022, proporcionando uma oportunidade única para mergulhar na riqueza da produção artística brasileira. A entrada é gratuita, convidando a todos a explorar, refletir e se inspirar.

Do Peito da Pele: A Jornada Litúrgica do Coletivo Rachadura Visual

Filme que ressignifica corpos sob o olhar da cruz cristã e desafia as fronteiras da arte LGBTQIA+ brasileira

Na confluência entre poesia, religião e a efervescente cena artística LGBTQIA+ brasileira, o filme “Do Peito da Pele” do Coletivo Rachadura Visual se destaca como uma jornada litúrgica, uma experiência cinematográfica que ressignifica corpos e desafia as imposições morais cristofacistas que cercam nossas realidades desde os primórdios da colonização.

Sinopse:

Adaptado do poema “O Que Faremos Com Ele” de Francisco Mallmann, o filme narra, quase como um ritual, as diversas alternativas que temos para lidar com Deus, caso Ele retorne. Keythe e Rudolfo, com suas infâncias moldadas em ambientes evangélicos, colocam seus corpos sob o escrutínio de uma cruz cristã, criando um altar que emula o olhar moral e punitivo da sociedade, e, ao mesmo tempo, ressignifica essa visão através da arte pop LGBTQIA+ brasileira.

Exibições e Premiações:

O filme teve sua estreia no renomado Olhar Film Festival em Santarém, Pará, Brasil, em 2023, consolidando-se como uma obra provocativa e inovadora. Ao longo de sua trajetória, “Do Peito da Pele” também foi exibido em festivais internacionais, como o Excéntrico Muestra Internacional de Pornografías Críticas no Chile, o Courts Mais Trash International Film Festival na Bélgica, o Porn Film Festival Vienna na Áustria, entre outros.

Premiações e Indicações:

  • Olhar Film Festival (2023): Menção Honrosa de Melhor Montagem. Motivação: A montagem impecável salvaguarda não apenas o cinema nacional, mas também utiliza sabiamente obras audiovisuais de terceiros para acompanhar o poema, criando um primor técnico.Comentário do Festival: “A montagem impressionante de ‘Do Peito da Pele’ representa uma salvaguarda notável do cinema nacional. A habilidade do filme em utilizar obras audiovisuais de terceiros de maneira astuta para enriquecer a narrativa é verdadeiramente impressionante, resultando em uma obra-prima visual e técnica.”
  • Olhar Film Festival (2023): Indicação ao Prêmio do Júri. Motivação: Reconhecimento à relevância cultural, memória, estética, narrativas e experimentações investigadas pela obra.Comentário do Festival: “A indicação de ‘Do Peito da Pele’ ao Prêmio do Júri é um reflexo do impacto significativo que a obra teve na abordagem corajosa e inovadora de temas culturais, estéticos e narrativos. Uma obra que desafia e inspira.”
  • Festival Internacional de Cine Austral – FICA (2020): Melhor Experimental na Competência Regional Latinoamericana. Motivação: Pela proposta inovadora e ruptura com o formato tradicional, transmitindo emoções genuínas e construindo uma obra única, original e provocativa.Comentário do Festival: “A vitória de ‘Do Peito da Pele’ na categoria Melhor Experimental é um testemunho de sua proposta corajosa e sua capacidade de quebrar as convenções do formato tradicional. O filme não apenas transmite emoções autênticas, mas sua montagem contribui para uma obra única, original e provocativa.”
  • VertiFilms Festival (2020): Menção Honrosa por Conceito-Ideia e Direção de Arte. Motivação: Reconhecimento pela originalidade do conceito e direção de arte, que contribuem para uma experiência cinematográfica única e provocativa.Comentário do Festival: “‘Do Peito da Pele’ recebe uma Menção Honrosa por seu conceito-ideia e direção de arte, destacando-se por sua originalidade e provocação. Uma obra que desafia as normas e enriquece o cenário cinematográfico contemporâneo.”

“Do Peito da Pele” não apenas desafia as normas estabelecidas, mas também abre um diálogo sobre a ressignificação de corpos e a quebra de paradigmas através da expressão artística LGBTQIA+ brasileira. Uma obra que transcende fronteiras e deixa uma marca duradoura na paisagem do cinema contemporâneo. Se interessou? Para assistir ao filme, entre em contato através do e-mail rachaduravisual@gmail.com.

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