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Ficção · 2013

Prisma

Um encontro entre dois amigos e uma atração desconhecida. A fronteira entre o real e o imaginado, o interior e o exterior, a amizade e o amor, um corpo e outro. Prisma é a história de uma aproximação entre superfícies que, ao se encontrarem, despertam o estilhaçado poder do sentimento.

Primeiro filme de Matheus Marco Moraes, Prisma nasceu na faculdade: o roteiro venceu um concurso universitário e foi filmado em MiniDV, com o equipamento da escola. Sem nenhum financiamento, o curta só foi finalizado em 2013 — com produção e montagem de Rudolfo Auffinger, muito antes de a Rachadura existir.

Na tela, o filme se divide em três quadros lado a lado, como as faces de um prisma: o mesmo encontro visto por ângulos e tempos diferentes.

Prisma (2013): três quadros da caminhada dos amigos pelo parque
Prisma (2013): a tela dividida em três quadros, com os dois amigos à beira do lago
Prisma (2013): três quadros com os amigos deitados na grama
Prisma (2013): três quadros com um rosto voltado para o céu

Festivais

  • 26º Polari Film Festival — Austin, Texas (EUA), outubro de 2013 · estreia mundial
  • 4º CLOSE – Festival Nacional de Cinema da Diversidade Sexual — Porto Alegre (RS), dezembro de 2013
  • Rio Festival Gay de Cinema — Rio de Janeiro (RJ), julho de 2014 · três sessões, no Centro Cultural Justiça Federal, na Caixa Cultural e no Instituto Cervantes
  • Mostra Cinema Ao Bafo, 1º Seminário Inventando Gêneros (Associação Arco-Íris) — Joinville (SC), 2015

Mais de uma década depois, Prisma segue como um registro de onde viemos: cinema queer feito com o que havia à mão. Assista ao filme completo nesta página.

Prisma (2013): vista do lago cercado de mataPrisma (2013): o sol refletido no lago