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Ficção · 2015

Preto Pálido

1929. Um jovem médico volta ao Brasil para visitar o túmulo da noiva, com quem se correspondia por cartas. No casarão da família da morta, conhece Analu, a irmã mais nova — que passa a revelar segredos que não foram enterrados.

Preto Pálido é livremente inspirado no conto “A Casa do Pântano”, de Mário Peixoto — o diretor de Limite (1931), clássico do cinema autoral brasileiro —, publicado na revista Bazar em 1931. O curta resgata elementos do escritor, como o drama existencial amoroso, e transporta sua atmosfera para uma linguagem contemporânea, contada por cartelas, como no cinema dos anos 1920.

Escrito e dirigido por Diego Florentino, com fotografia de Carlos Ebert, ABC, o filme foi rodado em setembro de 2013 na Lapa, no Paraná — no Hospital São Sebastião e em casarões do Centro Histórico —, além de Curitiba e Ponta Grossa. Foi o primeiro curta da produtora Filmes Trópico, com produção executiva de Rudolfo Auffinger, e estreou na Mostra CAIXA de Cinema, em Curitiba, em janeiro de 2015.

Assista ao filme completo nesta página.

Preto Pálido: Analu ao piano, sob um lustre de cristalPreto Pálido: Analu à mesa de jantar, com taça de vinho e candelabroPreto Pálido: túmulo com cruz e flores brancas num cemitério de campoPreto Pálido: carruagem puxada por mula numa estrada de campoPreto Pálido: Antônio lê uma carta no casarãoPreto Pálido: a fachada do casarão ao entardecerSet de filmagem de Preto Pálido na Lapa (PR): atriz diante de uma gruta com crucifixoSet de filmagem de Preto Pálido: equipe e câmera num cemitério sob chuva